Advisory · Consultoria · Otimização · Plataforma
Margem em logística e supply chain, provada em número.
Da leitura independente do ativo ao software que roda a decisão todos os dias. Quatro frentes, 18 produtos e módulos, um só motor — para ferrovia, porto, terminal e a cadeia que depende deles. O ganho é apurado contra baseline medida, não contra estimativa.
- Diagnóstico e baseline medida
- Consultoria de engenharia de operação
- Otimização de malha, frota e terminal
- Capex plurianual e estoque
- Plataforma em produção
- Comprovação de ganho auditável
Extensão aproximada da malha ferroviária brasileira em operação
Dados públicos do setor (ANTT e Ministério dos Transportes), compilados em ago/2026
Investimento potencial mapeado a partir de pedidos de autorização ferroviária
ANTT, 2022 — 79 pedidos de autorização protocolados
Instalações portuárias em operação no Brasil, entre terminais de uso privado e arrendamentos
ANTAQ, dados públicos compilados em ago/2026
Participação da ferrovia na matriz de transporte de cargas: base e meta oficial de longo prazo
Ministério dos Transportes — Plano Nacional de Logística
Os números desta página vêm de fontes públicas, com ano e premissa declarados. A Headway não publica faixa de ganho de cliente sem baseline medida e acordada por escrito — e não cita cliente, corredor ou resultado sem autorização.
A tese
A decisão logística não falha por falta de previsão.
Falha por excesso de candidatos.
Em qualquer malha — e em qualquer terminal — há mais ativo pedindo intervenção do que orçamento, equipe e janela para atender. A fila é ordenada por urgência aparente, histórico e negociação interna — e a conta de quanto isso custa nunca é feita.
Prever a falha ajuda, mas não resolve: um sistema preditivo devolve a mesma lista de riscos quando o orçamento muda. O que muda a decisão é a camada seguinte — a que ordena as intervenções sob restrição real de orçamento, janela e criticidade, sugere onde intervir primeiro e explica por quê.
É essa camada que a Headway constrói, junto de duas coisas que ela pressupõe e quase nunca existem prontas: o dado de manutenção reconciliado em um modelo único de ativo e a metodologia de apuração que transforma o resultado em número aceito pelas duas partes.
Conheça a firmaQuatro frentes
A mesma decisão, em quatro lugares da operação.
Ferrovia
A decisão de manutenção da malha e da frota, priorizada e prescrita sob restrição real de orçamento, janela e criticidade.
7 produtos e módulos
Ver a frente Frente 02Portos e terminais
O terminal de granel tratado como a linha em série que ele é — e a interface com a ferrovia tratada como parte do mesmo sistema.
3 produtos e módulos
Ver a frente Frente 03Ativos e capital
As decisões que cruzam ferrovia e terminal: onde cada real de investimento rende mais, quanto imobilizar em estoque e como o ativo circula.
5 produtos e módulos
Ver a frente Frente 04Diagnóstico e advisory
A porta de entrada e o uso dos modelos fora de um contrato de licença: baseline medida, business case formal e diligência técnica de ativo.
3 produtos e módulos
Ver a frenteA plataforma
Três módulos sobre a mesma arquitetura de decisão.
Headway Track
Ordena a fila de intervenção de via por risco e por efeito na circulação, dentro do orçamento e das janelas que a operação realmente tem.
Ver o módulo Terminais de granelHeadway Terminal
Leva a mesma decisão do Track até o porão do navio: equipamento crítico de granel priorizado por impacto em throughput, com a janela lida contra o line-up e a chegada de trem.
Ver o módulo Material rodanteHeadway Fleet
Planeja a frota como sistema: componente crítico, sequência de oficina e estoque de sobressalente decididos no mesmo modelo.
Ver o móduloIngestão e conectores
Integração com ERP/EAM (SAP PM e equivalentes), bases de inspeção, telemetria e arquivos de carro de inspeção. Conector construído uma vez é reaproveitado no próximo cliente: é ativo, não custo de projeto.
Modelos preditivos
Degradação por tipo de ativo, calibrada por malha e por regime de carga — não um modelo genérico aplicado a todas as operações.
Motor de otimização
Prescrição sob restrição de orçamento, janela e criticidade. É a camada que diferencia o produto de um painel de previsão.
Explicabilidade e abstenção
Toda recomendação traz justificativa e nível de confiança. Abaixo do limiar, o sistema declara que não recomenda — abstenção é requisito, não limitação.
Trilha de auditoria
Dados de entrada, versão de modelo, recomendação emitida e decisão registrada pelo cliente, recuperáveis a qualquer momento.
Comprovação de valor
Baseline, apuração e memória de cálculo. É requisito contratual do componente variável e o que transforma resultado em número aceito pelas duas partes.
Portos e terminais
O mesmo modelo, do trilho até o porão do navio.
Um terminal de granel é uma linha em série: virador ou moega, correia, pátio, recuperadora, ship loader. Quando um elo para, o terminal para — e o custo não é o reparo, é o navio esperando no fundeio e o trem retido no acesso. É a mesma decisão da via permanente, com outra unidade de medida.
Pool anual de eficiência endereçável em terminais de granel sólido (minério e grãos)
Estimativa Headway a partir de dados públicos de movimentação portuária, ago/2026 · Pool de eficiência operacional endereçável, não receita de mercado nem ganho contratado
Instalações portuárias em operação no Brasil, entre terminais de uso privado e arrendamentos
ANTAQ, dados públicos compilados em ago/2026 · Instalações registradas de todos os perfis de carga; o escopo da Headway é granel sólido
Otimização de terminais de granel
Equipamento crítico priorizado por impacto em throughput, com a janela de intervenção casada com o line-up de navios e a chegada de trem.
Ver a linha Linha 07Interface ferrovia–terminal
O ciclo do vagão medido da chegada à liberação, com a mesma régua do tempo de via — o trecho pior medido de toda a cadeia.
Ver a linha 10 terminaisBase de inteligência portuária
Perfil operacional dos principais complexos de granel do país: linha de carregamento, acesso ferroviário e janela entre navios.
Ver os terminaisEscopo declarado: granel sólido. Contêiner e terminal de líquidos estão fora do escopo da Headway — está dito antes da proposta, não depois.
Para quem trabalhamos
Quatro perfis, o mesmo método
Concessionárias de carga
Malha madura, orçamento de manutenção relevante e pressão simultânea por disponibilidade e por custo. O problema raramente é falta de previsão — é excesso de candidatos para a mesma janela.
Track · Fleet · janelas e capacidade
Terminais de granel e portos
Linha de carregamento em série, onde a parada de um elo para a cadeia inteira e o custo não é o reparo: é o navio esperando e o trem retido no acesso.
Terminal · interface ferrovia–terminal · comprovação de valor
Operadores com ativo próprio
Mineração e indústria com malha, frota e terminal dedicados, onde a logística é meio e não fim — e o orçamento de manutenção disputa espaço com o investimento produtivo.
Track · Terminal · ciclo de frota
Investidores e conselhos
Quem precisa de leitura independente do estado de um ativo ferroviário ou portuário e do que o plano de manutenção realmente sustenta em capacidade nos próximos anos.
Diagnóstico · leitura de capacidade · comprovação de valor
O que fazemos
Oito linhas de serviço
Diagnóstico Headway
Mede a baseline no dado que o cliente já tem, dimensiona a oportunidade com premissa explícita e entrega o business case que sustenta — ou derruba — o piloto.
02Otimização de via permanente
Prioriza inspeção, socaria, esmerilhamento e substituição de componente de via por risco e criticidade operacional, dentro do orçamento e das janelas que a operação realmente tem.
03Otimização de material rodante
Trata a frota como sistema: prioriza componente crítico, sequencia oficina por efeito na disponibilidade e dimensiona o estoque de sobressalente que sustenta o plano.
04Otimização de terminais de granel
Trata o terminal como a linha em série que ele é: prioriza equipamento crítico por impacto em throughput e casa a janela de intervenção com o line-up e a chegada de trem.
05Janelas de manutenção e capacidade
A janela é o recurso escasso. Aloca intervenção contra a grade de circulação real e traduz manutenção em capacidade: headway, transit time e volume.
06Integração de dados de manutenção
Reúne ERP/EAM, carro de inspeção, ensaios, telemetria e apontamento de campo em um modelo único de ativo — com o histórico reconciliado, não apenas transportado.
07Interface ferrovia–terminal
O ciclo do vagão não termina no pátio de destino. Mede chegada, manobra, posicionamento, carregamento e liberação com a mesma régua do tempo de via.
08Comprovação de valor
A metodologia que fixa baseline, fonte, exclusão, janela e comitê antes de qualquer apuração. Sem ela, componente variável vira disputa em vez de confiança.
Como começamos
A porta de entrada é um diagnóstico pago. Sempre.
É onde se gasta o esforço técnico mais caro — engenharia de integração e calibração — e onde se constrói a credibilidade do número que sustenta todo o resto. Parte do valor é abatida no contrato de piloto; a fase não é zerada.
Mapa de dado disponível
O que cada fonte sustenta hoje — e o que ainda não sustenta. Lacuna conhecida é premissa; lacuna ignorada é erro de projeção.
Baseline medida
Retrato numérico do desempenho atual, com fonte, período e escopo declarados junto de cada indicador. É contra ela que o ganho será apurado.
Business case formal
Investimento, ganho esperado, prazo até o primeiro valor e sensibilidade às premissas críticas — no formato que passa em comitê.
Critério de corte, declarado
Diagnóstico que conclui "não siga" é resultado legítimo e está previsto. Projeto sem tese clara antes da proposta não vira proposta.
Como entregamos
Do diagnóstico ao ganho comprovado
- 1
Descoberta executiva
Conversa com a diretoria de manutenção, engenharia ou operação — não com TI — para verbalizar o problema em uma frase e estimar, junto com o cliente, a ordem de grandeza do que está em jogo.
Sem custo - 2
Diagnóstico pago
Mapeamento do dado disponível, construção da baseline, dimensionamento da oportunidade e business case formal. Nunca gratuito — é a fase de esforço técnico mais caro.
6 a 10 semanas - 3
Piloto controlado
Um corredor, uma oficina ou uma família de ativos, com perímetro delimitado e baseline acordada por escrito antes do início.
Escopo delimitado - 4
Comprovação em comitê
Apuração técnica e financeira do resultado, homologada por comissão conjunta cliente + Headway, com direito de auditoria dos dois lados.
Janela fixada em contrato - 5
Implantação e licença
Integrações completas, treinamento das equipes do cliente, governança conjunta, entrada em produção e licença anual da plataforma.
Contrato plurianual - 6
Expansão
Outros corredores, outras famílias de ativo e, quando fizer sentido comercial, o produto adjacente. A expansão segue a demanda do cliente, não um roadmap interno rígido.
Por conta
Exigibilidade
Em contrato com componente variável, não se perde por não gerar resultado. Perde-se por não comprová-lo.
Por isso a régua é fixada antes de qualquer apuração — e são três os mecanismos que a sustentam.
Ver a metodologiaBaseline antes de qualquer projeção
A baseline é medida no dado do próprio cliente e acordada por escrito antes do início. Sem ela, não há número — há estimativa com casa decimal.
Explicabilidade e abstenção
Toda recomendação traz justificativa e nível de confiança. Abaixo do limiar, o sistema declara que não recomenda, em vez de emitir saída fraca com aparência de forte.
Comitê de validação conjunta
O ganho apurado é homologado por comissão formada por cliente e Headway, com direito de auditoria dos dois lados sobre metodologia e dado.
Base de inteligência
O que cada malha e cada terminal exige
Material aberto sobre as malhas ferroviárias, os terminais de granel brasileiros e os termos que definem contrato, medição e decisão de manutenção. Perfil operacional e implicação técnica — sem juízo sobre desempenho de operador.
Malhas ferroviárias do Brasil
Bitola, perfil de carga, densidade e o que cada combinação implica para a fila de intervenção e para a janela disponível.
Ver as malhas 10 terminaisPortos e terminais de granel
Linha de carregamento, acesso ferroviário e janela entre navios — o que cada complexo exige da manutenção do equipamento crítico.
Ver os terminais 24 termosGlossário ferroviário
De headway a gainshare: os termos que aparecem em contrato, em apuração de ganho e em discussão de capacidade, definidos sem jargão de fornecedor.
Ver o glossárioAnálises
Publicações técnicas
Por que o plano anual de via erra nas duas direções
Plano de manutenção montado por periodicidade fixa intervém cedo demais no trecho leve e tarde demais no trecho pesado. A variável que corrige isso já existe na maioria das operações.
Ler · 9 min CapacidadeA janela de manutenção tem preço — e quase ninguém calcula
Enquanto a janela for tratada como restrição administrativa, manutenção e circulação vão disputá-la por hierarquia. Com preço, a mesma decisão vira cálculo.
Ler · 8 min Material rodanteDisponibilidade de frota: três áreas, três números
Oficina, almoxarifado e programação calculam disponibilidade de formas diferentes — e cada uma otimiza a sua. O plano por frota resolve o que o plano por veículo não alcança.
Ler · 8 minPróximo passo
Quanto do seu orçamento de manutenção está sendo bem alocado?
A conversa começa pelo problema, não pela plataforma: qual decisão hoje é tomada sem dado suficiente, e qual seria a ordem de grandeza se ela melhorasse. Trinta minutos, sem apresentação institucional.
Resposta em até um dia útil · contato@headwaylog.com.br