Terminais de granel

Headway Terminal — a decisão de manutenção do terminal de granel

Leva a mesma decisão do Track até o porão do navio: equipamento crítico de granel priorizado por impacto em throughput, com a janela lida contra o line-up e a chegada de trem.

Decisões otimizadas
Janela de manutenção de equipamento crítico contra o line-up de navios; priorização por impacto em throughput; interface trem–terminal — fila de trens, ciclo de vagão e buffer de pátio.

Princípio

Um terminal de granel é uma linha em série: virador ou moega, correia, pátio de estocagem, recuperadora, ship loader. Quando um elo para, o terminal inteiro para — e o custo não é o reparo, é o navio esperando no fundeio e o trem parado no acesso.

Por isso a decisão de manutenção de terminal não se resolve pela criticidade isolada do equipamento. Resolve-se pela pergunta que junta as três pontas: dado o line-up dos próximos dias e a programação de trens de abastecimento, em qual janela cada intervenção custa menos throughput.

É a mesma arquitetura de decisão do Track, aplicada até o porão do navio. E é onde a integração com a ferrovia deixa de ser conveniência e vira o próprio produto: o buffer de pátio do terminal é o que absorve — ou não — a variabilidade da circulação que chega.

Entra

Dados de entrada

  • SCADA e historiador de processo (PIMS)
  • Ordens de serviço do ERP/EAM (SAP PM, Maximo e equivalentes)
  • Line-up de navios e prancha de carregamento
  • Programação de trens de abastecimento e dados de circulação
  • Estudos de modos de falha (FMEA) já existentes no terminal
  • Apontamento de parada de equipamento e histórico de oficina

Sai

Saídas

  • Ranking de equipamento por risco e por impacto em throughput
  • Plano de intervenção casado com a janela entre navios
  • Previsão de indisponibilidade por linha de carregamento
  • Efeito da parada sobre fila de trem e ocupação de pátio
  • Justificativa explicável por recomendação

Mede

Métricas de valor

  • Disponibilidade de equipamento crítico por linha de carregamento
  • Throughput por janela de operação
  • Tempo de espera de trem no acesso ao terminal
  • Ciclo de vagão na ponta do terminal
  • Paradas não programadas por família de equipamento

FAQ

Perguntas frequentes

Serve para terminal de contêiner?

Não. O escopo é granel sólido — minério, grãos, fertilizantes e afins. Contêiner tem outro stack de sistemas, dominado por fornecedores estabelecidos de TOS, e telemetria de equipamento fechada no fabricante. Terminal de líquidos e químicos também está fora.

Isso inclui alocação de berço?

Não como ponto de partida. O escopo vai do sinal ferroviário ao buffer de pátio — o que a Headway consegue medir e controlar. Berth allocation completo depende de dado de terceiro (line-up de navio, praticagem, autoridade portuária) fora do controle do comprador, e não entra sem decisão explícita.

Precisa do Track implantado antes?

Não. O Terminal roda isolado em terminal cativo ou arrendado. Onde o Track já está implantado na malha que abastece o terminal, o ganho é maior, porque a fila de trens deixa de ser premissa e passa a ser dado.

Instalamos sensor no equipamento?

Não. Trabalhamos sobre a instrumentação existente — SCADA, historiador, apontamento de parada e ordens de serviço. Instrumentação nova entra por parceria, quando a lacuna de dado for realmente limitante.

Próximo passo

Quanto do seu orçamento de manutenção está sendo bem alocado?

A conversa começa pelo problema, não pela plataforma: qual decisão hoje é tomada sem dado suficiente, e qual seria a ordem de grandeza se ela melhorasse. Trinta minutos, sem apresentação institucional.

Falar com um sócio contato@headwaylog.com.br

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