Linha 05

Janelas de manutenção e recuperação de capacidade

A janela é o recurso escasso. Aloca intervenção contra a grade de circulação real e traduz manutenção em capacidade: headway, transit time e volume.

Para quem
Engenharia de manutenção e planejamento de circulação
Prazo
De 8 a 12 semanas por corredor
Modelo comercial
Projeto de escopo fechado, isolado ou dentro da implantação

Contexto

Headway é o intervalo entre composições — a métrica que define quantos trens uma linha comporta. Toda intervenção de manutenção consome capacidade no momento em que é executada e devolve capacidade depois. O saldo entre as duas coisas é a conta que quase nunca é feita explicitamente.

Quando a janela é tratada como restrição administrativa, a manutenção vira disputa com a operação e a decisão é resolvida por hierarquia. Quando é tratada como recurso escasso com preço, a mesma decisão passa a ter critério: qual intervenção, em qual janela, devolve mais capacidade por hora de via ocupada.

O trabalho conecta a fila de manutenção à grade de circulação real — não à capacidade nominal da linha — e devolve o plano de janelas junto do efeito esperado em transit time e em volume transportado no período.

O que entregamos

Entregas da linha

01

Leitura de capacidade real

Capacidade praticada por trecho a partir da programação efetiva e das restrições vigentes, distinguindo o que é limite físico do que é limite de plano.

02

Custo de capacidade da janela

Quanto cada hora de via ocupada custa em trens não circulados, para que a alocação de janela deixe de ser negociação e passe a ser cálculo.

03

Plano de janelas por corredor

Alocação das intervenções priorizadas contra a grade real, com agrupamento por trecho para reduzir o número de bloqueios.

04

Efeito em transit time

Tradução do plano de manutenção em variação esperada de transit time e de volume — a linguagem em que a diretoria de operação decide.

Quando acionar

Sinais de que esta linha se aplica

  • Quando manutenção e circulação disputam a mesma janela e a decisão se resolve por hierarquia.
  • Quando a capacidade nominal declarada não bate com o que a malha entrega.
  • Quando um corredor tem meta de volume e a manutenção é vista apenas como custo.
  • Quando o plano de intervenção existe, mas nunca foi confrontado com a grade real de circulação.
Discutir o meu caso

FAQ

Perguntas frequentes

Isso é sistema de controle de circulação?

Não. Sinalização, controle de tráfego e qualquer sistema de segurança operacional estão explicitamente fora do escopo da Headway. O trabalho aqui é de planejamento de manutenção contra a circulação existente.

Dá para fazer sem a plataforma?

Sim. É um projeto de engenharia de escopo fechado e roda isolado. Dentro de uma implantação de Track, ele passa a se alimentar da priorização automaticamente.

Que dado é necessário?

Programação de circulação do período, registro de bloqueios e restrições, fila de intervenções e capacidade de equipe. Dado de traçado e de perfil de carga refinam a leitura.

Próximo passo

Quanto do seu orçamento de manutenção está sendo bem alocado?

A conversa começa pelo problema, não pela plataforma: qual decisão hoje é tomada sem dado suficiente, e qual seria a ordem de grandeza se ela melhorasse. Trinta minutos, sem apresentação institucional.

Falar com um sócio contato@headwaylog.com.br

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