Linha 03

Otimização da manutenção de material rodante

Trata a frota como sistema: prioriza componente crítico, sequencia oficina por efeito na disponibilidade e dimensiona o estoque de sobressalente que sustenta o plano.

Para quem
Operadores com frota própria de locomotivas e vagões
Prazo
Entra depois do Track validado, salvo bundle contratado por cliente-âncora
Modelo comercial
Implantação + licença anual + componente variável sobre ganho apurado

Contexto

Disponibilidade de frota é decidida em três lugares ao mesmo tempo: na oficina, no almoxarifado e na programação. Tratar os três separadamente produz o resultado conhecido — oficina ocupada com o veículo errado, peça crítica em falta e frota parada esperando o que já foi comprado.

O plano é construído por frota, não por veículo isolado. A pergunta não é "qual locomotiva quebra primeiro", é "qual sequência de entrada em oficina, dado o estoque e a demanda de transporte da semana, maximiza a disponibilidade que a operação precisa".

Falha em linha tem efeito cascata: bloqueia via, desloca equipe, atrasa composição atrás. Esse efeito entra explicitamente na priorização — é o que separa manutenção preditiva de manutenção prescritiva.

O que entregamos

Entregas da linha

01

Previsão por componente e por veículo

Modelos alimentados por telemetria embarcada, detectores de via, histórico de oficina e regime de utilização de cada ativo.

02

Plano de manutenção por frota

Sequenciamento das intervenções considerando a demanda de transporte do período e a capacidade real de oficina.

03

Sequenciamento de oficina

Ordem de entrada por impacto em disponibilidade, e não por ordem de chegada ou por criticidade isolada do componente.

04

Política de sobressalente

Nível de estoque recomendado por item, ligado ao plano de intervenção — capital imobilizado tratado como variável de decisão.

05

Reparar ou substituir

Recomendação por componente com o custo de ciclo de vida explícito, incluindo o efeito da decisão sobre a próxima parada.

Quando acionar

Sinais de que esta linha se aplica

  • Quando a disponibilidade de frota fica sistematicamente abaixo do plano e a causa se distribui entre oficina, peça e programação.
  • Quando há capital relevante imobilizado em sobressalente sem política ligada ao plano de manutenção.
  • Quando falhas em linha se repetem em famílias de componente já conhecidas.
  • Quando a oficina é gargalo e a fila é ordenada por chegada.
Discutir o meu caso

FAQ

Perguntas frequentes

Por que Fleet vem depois de Track?

A razão é comercial, não técnica: as duas famílias compartilham boa parte da arquitetura de dado e de modelo. Um time pequeno que tenta comprovar valor em duas frentes ao mesmo tempo atrasa a primeira prova. Se um cliente-âncora contratar os dois em bundle, a ordem é flexibilizada.

Serve para vagão, além de locomotiva?

Sim. Locomotiva costuma ter telemetria mais rica; vagão depende mais de detector de via e de histórico de oficina. As duas famílias entram, com profundidade proporcional ao dado disponível.

Precisamos trocar o sistema de manutenção?

Não. A plataforma se integra ao ERP/EAM existente. Substituir sistema de gestão de manutenção não está no escopo e não é pré-requisito.

A recomendação é obrigatória?

Nunca. Toda recomendação traz justificativa e nível de confiança, e a decisão registrada é a do cliente. Recomendação não executada não gera cobrança de ganho não realizado — e também não invalida a baseline.

Próximo passo

Quanto do seu orçamento de manutenção está sendo bem alocado?

A conversa começa pelo problema, não pela plataforma: qual decisão hoje é tomada sem dado suficiente, e qual seria a ordem de grandeza se ela melhorasse. Trinta minutos, sem apresentação institucional.

Falar com um sócio contato@headwaylog.com.br

Resposta em até um dia útil · contato@headwaylog.com.br